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A ÚLTIMA

Vou falar um pouco sobre um assunto delicado. É arriscado, mas talvez eu esclareça pra quem acha que sou radical ou que penso de tal maneira como pode parecer em alguns comentários ou indignações.

Bem, eu sou do tipo que não me rotulo muito quanto a religião, política, música. Não acredito fielmente em tudo sobre apenas uma religião, portanto não acho justo me vincular a nenhuma delas, acredito em um pouco de cada pensamento e doutrina. Assim como não sou fiel a nenhum partido político nem a lado esquerdo ou direito. Gosto de inúmeros estilos musicais, até mesmo por causa da minha criação, portanto não sou roqueira, por exemplo.

Aonde quero chegar com isto? Bom, vejo muito essa discussão sobre capitalismo e socialismo e entro em debates sobre esse assunto para dar um pouco da opinião que formei de acordo com o que julgo correto e justo.

Tenho noção do quanto o capitalismo faz mal, da destruição que ele causa, das guerras que criam-se, mas ao mesmo tempo, não gosto da utopia do socialismo. Acho, honestamente, um pensamento bonito e digno, mas sou um pouco realista demais pra aderir à ideia. Alguns podem me chamar de pessimista ou qualquer outra coisa, mas eu não tenho vergonha de mostrar o que penso, nem de mudar de opinião ou de não ter uma opinião completamente formada sobre algo.

Vou tentar não abordar muito a política (é que li uma entrevista e tive necessidade de falar alguma coisa e provavelmente sairá um pouco confuso), apenas porque - no fim das contas - o que eu quero mostrar é que não podemos ser ingênuos, não podemos ser bobos, mas também não podemos deixar de lutar pelo que achamos certo. Eu realmente não sei qual a solução para um mundo de paz, porque o problema é o povo, independente de política, independente de lado esquerdo ou direito... O poder muda a cabeça das pessoas. O Homem é malicioso! E não venham dizer que vocês são 100% bonzinhos, porque ninguém é. A natureza dos seres é a disputa e isso não podemos mudar.

De qualquer forma, quero dizer aqui que não estou julgando nenhum pensamento nem ninguém. Apesar deu dizer que não gosto de pensamentos Marxistas, por exemplo, e toda essa coisa, é apenas porque eu acho lunático demais, um idealismo, mas não acho que ninguém deva parar de sonhar, apenas lutem por isso, então! Assim como eu fui pras ruas por causa dos "20 centavos". 


O que devemos é pensar no todo! e pensar em longo prazo, pensar na frente. Não gosto nada desses Bolsa-isso, Bolsa-aquilo porque, pra mim, a solução não é essa, vem de algo bem mais profundo e tapar o sol com a peneira não resolve nada! Mas deixamos o poder nos controlar. Eu ainda acho que o povo controla o governo e tem um poder nas mãos que não faz ideia. E digo isso também para nossas vidas em particular... Se você tem problemas em casa, problemas com você mesmo, problemas com outros, problemas com qualquer coisa, conserte isso afundo e só assim as coisas começam a mudar pra melhor.
Às vezes me acho tão boba! Vejo muita gente dizer o quanto fica feliz em ganhar qualquer coisinha de alguém especial, ou receber um gentileza de um conhecido ou desconhecido, mas sempre tive dúvida de as pessoas estavam fazendo pose ou sendo sinceras. E pode ser que desconfiem da minha palavra agora, da mesma forma que eu cheguei a desconfiar da palavra dos outros quanto a isso.

Cedinho eu estava pensando em um assunto que envolve um pouco do que estou dizendo agora... Estava pensando em certos bloqueios meus, algumas coisas estranhas que acontecem comigo. Tentarei dizer isso num próximo post! Bem, de qualquer forma, o assunto desse post está relacionado com o assunto do próximo, porque estava pensando sobre gentileza.

O que quero dizer hoje, no fim das contas, é que eu realmente fico muito feliz com coisas "bobas". Certo dia que estava bastante triste, por exemplo, estava quieta lendo meu livro antes da aula e quando um amigo chegou, percebeu que eu não estava bem. Foi só ele perguntar o que houve que eu desabei em lágrimas! Ele disse que eu não precisava falar, mas que eu ficasse bem. Minutos depois, rasgou um pedaço da folha de seu caderno e esboçou uma carinha feliz e um "boa noite!". Se as pessoas soubessem o quanto esse tipo de coisa me faz bem e a capacidade que tem de mudar meu dia pra melhor...

Ontem ganhei livros de um querido amigo e com eles veio um cartãozinho muito simples, mas muito gentil! Hoje ganhei balinhas de caramelo de um dos meus chefes. Semana retrasada ganhei um brigadeiro de um professor! Certa vez ganhei uma rosa, uma simples rosa, inesperadamente - o que fez o meu domingo muito melhor!

E com isso fico confusa, confesso. Fico tão bem com coisas tão simples e faço questão de dizer isso, mas ao mesmo tempo me acho tão insatisfeita com as coisas... Talvez eu fale disso também, em algum momento.
Posso ser muito nova pra falar a respeito de algo que ainda faço parte, mas sem querer me gabar, sempre fui elogiada por ter uma cabeça boa, mais madura que o normal. Não digo que sempre entendo tudo, que sempre aceito de forma compreensiva todas as coisas, não de primeira, nem sempre.

Como eu digo, observo muito as coisas e pessoas. Talvez não tanto quanto algumas pessoas mais velhas ou mais sábias, mas consigo observar o suficiente para tirar algo daquilo, tanto de fora quanto dentro das situações.

Não sei se, necessariamente, pela maturidade ou pelo meu jeito eu sempre tive dificuldade de aceitar certas coisas e de lidar bem com elas. Sinceramente, acho que pelo meu jeito, porque no fim das contas, ou 5 minutos depois, eu entendo o porquê daquilo ter sido assim ou de não ter sido. O porquê daquilo foi dito ou não.

Acho gozado, hoje em dia, as gírias dos jovens e também confesso que me irrita um pouco. Não por usarem gírias, afinal, todos nós temos manias de falar alguma coisa ou gesticular de certa maneira, mas quando olhamos pra fora e achamos aquilo feio, olhamos pra si e refletimos. Eu já havia falado sobre o palavrão, por exemplo, salvo o engano.

Enfim... Lembrando também de uns 10 anos atrás, por exemplo, percebo o quanto eu evoluí. Obviamente, que é muito mais difícil quando somos jovens, aceitar coisas que não queremos, justamente por não ter a sabedoria, não entender o por quê. Na minha casa, o jogo sempre foi aberto, sobre tudo... E meus pais não falavam só sim pra mim, pelo contrário, mas de qualquer forma eu ficava extremamente chateada por levar um não ou por algo não ser como eu gostaria. Admito que até hoje, é difícil eu saber levar um não ou aceitar bem quando as coisas fogem do meu controle, ou saem da linha que eu tracei na minha cabeça. De qualquer forma, o que notei ao longo desse tempo e de experiências é que esse é o meu jeito!

Continuo buscando sabedoria, continuo buscando autocontrole, autodomínio, continuo buscando refletir, tentar parar 5 minutos antes de estourar e continua sendo difícil me lapidar, pois a minha essência é esta. Só que eu busco além! Procuro evoluir e ser uma pessoa melhor, pra mim, inclusive, pois a partir do momento que eu for melhor para mim, serei para outros.
Pode parecer uma inspiração nas obras de Schopenhauer, pelo título, pra quem conhece, mas ele estava certo em dizer que algumas coisas como a razão, são uma arte. Ou vai dizer que é fácil agir com a razão? O autodomínio, autocontrole são muito difíceis e saber dominar é complicado, o que quer que seja.

Bem, tenho pensado muito no silêncio e aprendido com erros meus, com experiências dos outros e agora minhas, o quão poderoso é o silêncio. Minha maior prova foi há pouco mais de 1 mês ou 2 meses. Sempre pensei que o silêncio fazia mal, corroía por dentro. Fico incomodada por não falar e não esclarecer as coisas, mesmo que a pessoa diga que entendeu, mas continue tudo errado eu vou lá e falo tudo de novo! Companhias sábias nos trazem um bom conhecimento, não só nossas próprias experiências... Acontece que elas só nos dão prova de que aquilo é real e funciona.

O silêncio machuca, desconforta e é cruel. Mas ensina! Quem silencia tem chance de pensar melhor e quem é silenciado pensa ainda mais. Sendo assim, muitas coisas podem ser concertadas, e o que seria falado de imediato foi melhor elaborado e resultará em algo que se esperava, muito provavelmente. Ninguém gosta de "torta de climão", como diria um amigo meu. Quando brigamos com a nossa mãe, por exemplo, é muito ruim ter que conviver com aquele silêncio... Uma hora as cabeças esfriam depois de terem refletido e o resultado será bom. O errante vai perceber seu erro, vai sentir falta das coisas boas e vai se mover.

Enfim, é um treino bastante difícil e dolorido, inclusive pro silenciador, pois se ele está acostumado a falar as coisas, guardar e esperar, é algo incrivelmente alucinante! Novas experiências, novas perspectivas mudam a gente e lapidam. Como um professor disse ontem: "Nunca vi ninguém aprender com acertos.". Agora, não sejam ignorantes e levem isto ao pé da letra para sair errando à vontade! Reflitam sobre o erro, tente entender por quê você erra e por quê daquela forma, tente fazer diferente e observe o resultado final.
Pra quem não sabe, esse é o nome de um livro, por sinal, muito cobiçado por mim. O autor deste título é o pensador Guy Debord. Infelizmente ainda não consegui ler este livro, mas, de qualquer forma, meu post hoje será sobre esse tema.

Há alguns anos que venho observando a sociedade, inclusive os jovens, e reparando certas características que parecem se tornar cada vez mais presente ao passar dos anos. Acredito que o motivo seja o fato das redes sociais mudarem e moverem o mundo e darem muitas oportunidades de aparecermos. Sendo assim, a sociedade quer cada vez mais que olhem para ela. Queremos virar atração, somos marionetes, a exposição nos traz algo reconfortante. Afinal, quem não quer ser notado? Receber um elogio, comentarem algo que você fez, puxarem assunto sobre algo que você opinou ou sugeriu...

A cada dia que passa, percebo que a luta pelo palco é assídua. Acho saudável mostrar o que se sabe, mostrar o que se faz, o que gosta, até certo ponto. A massagem no ego, todos desejamos, mas até que ponto isso se torna ridículo? As pessoas se vendem, se exibem, se expõem. Não fazem mais as coisas naturalmente, fazem pensando no que será dito em troca, em quantas curtidas vai ganhar, implora por troca de curtidas e elogios(falsos) apenas para atingir números, para disputar. Não se posta mais as coisas por mostrar o que se pensa e estar disposto a trocar informações, hoje se posta algo para causar inveja, para chegar no topo de qualquer forma. Seja no trabalho, seja com amigos, seja em redes sociais.

Falo de redes sociais, mas isso acontece desde que o ser humano existe. A natureza é esta! Se o leão não ficar esperto e caçar primeiro, o crocodilo vai lá e toma sua comida, não é mesmo? Então, podemos concluir que sempre vão existir pessoas ou momentos em que pensamos em nós mesmos primeiro, não há dúvidas. Sempre haverá uma pessoa querendo passar à sua frente, te colocar para baixo para ela mesma se sentir melhor. Há uma diferença entre você ser legal e você querer parecer legal, querer mostrar o quanto tem, o que tem, como você faz coisas legais.

A solução é deixar a pessoa ter o momento dela, e você apenas silenciar e observar. Ela poderá se tocar do quanto está sendo cômica, e notará algo estranho, por ninguém lhe dar atenção e a atenção se volta para você, que não deu a mínima, apenas observou. Você pode evitar ou abstrair este tipo de situação. Eu sou do tipo de pessoa que não tem paciência para essas patifarias, para estardalhaços, para teatro qualquer, mas quanto mais observo, mais consigo tirar conclusões e tiro disso algo bom para mim.

Todos gostamos de passar uma imagem. O homem já não distingue mais a imagem do real e isso dificulta o convívio, as relações verdadeiras... Fica difícil construir algo maduro e concreto com a sociedade como está hoje. Todos nós tivemos ou teremos momentos ou períodos na vida em que queremos nos exibir e isso é natural, como já havia dito, mas precisamos evoluir e aprender a equilibrar tudo. Portanto, não tenha vergonha ou receio de olhar para você mesmo e a partir daí prestar atenção se você faz o que critica,  e concertar para ser uma pessoa melhor e discernir o que é direito, o que te agrada, o que faz parte dos seus princípios e não apenas criticar quem faz, mas ajudar, mesmo que silenciando, o resto da sociedade. Comece por você!


Há momentos na vida em que todos nós nos perguntamos mais do que temos certeza. Em qualquer horizonte, em qualquer assunto. O que fazia sentido não faz mais, o que não fazia agora faz. As perguntas movem o mundo e mudam a gente. E o desânimo é tanto que o post de hoje não terá título!

Bem, eu não tenho vergonha de dizer que tenho crises existenciais, que me frustro fácil comigo mesma. Me frustro com o mundo, com os outros, com as coisas. Ultimamente tenho me sentido consumida pela rotina, me sinto como fantoche, como robô... Acho muito enfadonha a rotina. Apesar disso, consigo me amargar por saber que muitos tem uma rotina e conseguem viver bem assim e fazer muito do que gostariam.

Talvez, eu me sinta assim por ser ansiosa. Tenho tempo de ler mais, de estudar mais, de sair mais, mas quero tudo ao mesmo tempo e no fim das contas não faço metade ou nada do que pretendia.

Dentro disso, gostaria de dizer aqui também, algumas outras frustrações(um pouco distantes do que falei acima mas...) e admitir algo que, provavelmente, poucos admitem. Poderia ser minha obrigação, pode ser que achem vergonhoso, mas eu desisto fácil, em certos âmbitos da vida. Uma das coisas das quais estou desgastada é quanto ao nosso país! Confesso que me isolei um pouco do mundo e, por mais que não seja correto, creio que em certos momentos, é o melhor que posso fazer por mim. É exaustivo ler tanta patifaria, estar por dentro de absurdos!

Não sou patriota e acho isso triste, mas não vou me obrigar a amar um país pelo qual eu não sinto orgulho, um país pelo qual tenho tido nojo. Não é incompreensão, porque, afinal, não é justo compreender e aceitar este circo. Os problemas são similares, cada vez aumentando a quantidade e a "qualidade" dos mesmos. É cansativo demais abrir o jornal e ter informações que nos fazem desanimar de seguir com o dia! Não é mais duvidoso, não é mais espantoso e é por isso que esmoreço e largo um pouco de mão.

Nem entro mais em discussões do que deveria ou não ser feito, de como o povo é ou deixa de ser, de obrigações e deveres, não comparo mais... Simplesmente fadiguei! Pode ser que num próximo momento eu tenha ânimo para levantar e lutar de novo, mas por enquanto sinto que não devo. Acho bonito e me sinto bem quando saio à rua e luto! Quando discuto e vejo novos pontos de vista e dou também os meus, mas acontece que não há mais tempo para formar uma opinião pelo tanto de erro cometido, pela avalanche de notícias imorais, sem ética, abusivas, ousadas, cômicas.

Isso foi mais um desabafo do que um texto reflexivo, mas no fim das contas serve.
Todo o conhecimento vem, de certa forma, de um questionamento, certo? A curiosidade gera conhecimento. Portanto, nada melhor do que pesquisar ou até mesmo discutir isto diante de um outro ponto de vista ou até de um mesmo ponto, acrescentando opiniões e conceitos, para que no fim cheguemos a um acordo ou mesmo num discordância, ganhando sabedoria sobre aquele assunto, temática, enfim... Eis que a conversa de hoje foi sobre um assunto comum à todos. O medo! Não lembro se já comentei sobre esse assunto, mas a partir dele surgiu uma temática interessante...



- Por que, às vezes, é difícil se expressar?
- Talvez, por culpa do medo?
- Não exatamente apenas um medo. Por diversas vezes quero dizer algo à alguém, mas tenho a certeza de que, naquele momento, estragaria tudo. Justamente por não haver nada.
- Portanto, aí está presente o medo. Receio de estragar as coisas.
- Mas seria o medo, por si só, ou ao seu lado viria a covardia? Porque medo todos temos. E agora lhe pergunto: Até que ponto pode-se dizer que a falta de atitude é covardia e até que ponto diria que é precaução?
- Bem, partindo do princípio que o medo gera covardia, será que ele poderia gerar coragem também?
- É um bom questionamento. Penso que tudo isto vem de um questionamento pessoal maior. Por exemplo, todo ser humano tem medo, mas o que diferencia uns dos outros é a forma como cada um lida com esse medo. Um homem não pode ser covarde!
- Concordo em parte. Partindo do pressuposto de que na vida aprendemos com erros e experiências que nos cause insegurança e afins, a covardia não pode ter um lado bom? A hora que você cansar de ser covarde, vai arriscar e se tornar uma pessoa melhor por gerar sabedoria para si mesmo.
- Olha... E pensando bem, acho que existe uma diferença entre covardia e precaução. Para mim, covardia é a incapacidade de agir e contrariando um pouco, a precaução é justamente o fato de você saber a hora de agir. Porque, veja bem, a covardia não deixa de ser um pensamento adiantado de que dirá se aquilo pode dar errado, assim como a precaução. Porém, acho que a covardia é um ato(por assim dizer) de alguém que não raciocina bem quanto àquela situação, já a precaução acho que é uma "não-ação" tomada pela análise da circunstância. Sendo assim, posso concluir que a covardia é emocional e a precaução é racional.
- Justamente. Ademais, diria que na precaução há planejamento e uma análise de risco, realmente, tudo é pensado racionalmente. Agora, vejamos... E a covardia sem medo? A pessoa que chamamos de covarde por agir de forma impensada e não deixar de agir, ter uma atitude vergonhosa diante de algo.
- Acredito que isso possa estar associado à questão da Idade Média, onde homens que eram covardes eram homens sem honra. Ou seja, o que quero dizer é que fugir da honra era algo incompreensível para os homens daquela época, ser um covarde era fugir de suas obrigações.
- Agora entendo. Significa que uma atitude desonrosa faz com que aquela pessoa seja covarde por não tomar uma atitude correta.
- Pois sim. Em minha opinião, o bom da vida é, justamente, o fato de podermos arriscar, abandonar a precaução e jogar os dados.
- Mas arriscar com sabedoria é a fórmula! Fora isso, é sim excitante, mas admito que sou um pouco covarde.
- Desta forma podemos perceber que todo homem precavido é um pouco covarde, e os covardes não deixam de ser um pouco precavidos paranoicos, assim diria.



E você, diria o quê sobre o medo? Qual o seu conceito sobre covardia e precaução? Você tem um pouco dos dois, tem muito de um só? O que acha sobre isso? Reflita!