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A ÚLTIMA

  Perante uma casa com amigos e desconhecidos, confinados e fadados a viver com o que ali existe, e conviver com quem ali está, muitas escolhas precisam ser feitas.
  As escolhas e questionamentos nos movem. Diante disso, se deparou com uma dúvida, sendo ela a seguinte: Seguir em frente com a aventura e incerteza ou com o afago e segurança? O sedutor e o indubitável. Qualidades diferentes. Mas o que vale a pena, afinal, curto ou longo prazo?
  A escolha foi o acerto, foi o risco de se aprender a gostar, de se adaptar! O risco de ser genuinamente feliz.
Há um tempo vi um post interessante que tratava de ilustrações mostrando como comentários maldosos afetam a vida das pessoa. Ao ver esse post, senti que precisava comentar! Eu costumo me abster de assuntos polêmicos, mas acho que vão entender quando lerem o que falei lá no comentário do blog do respectivo post.

“A gente nunca sabe o que o outro está passando na vida, a gente não sabe o que a pessoa pensa sobre ela mesma o que ela sente... eu sou chata por viver dizendo que vocês são chatos e são! Parem de querer rotular e criticar as pessoas. O que os outros são ou fazem não deveriam te afetar da forma que afeta, você se sentem incomodados por muito pouco e saem caçoando, saem reclamando e polemizando tudo... apenas parem de olhar para os outros, de criticar o de fora e olhem para si. Melhorem vocês mesmos primeiro!

Eu sou chamada de fresca por certos motivos, eu era zoada quando era mais nova por certas coisas, eu sou sacaneada até hoje pelo meu estilo, já fui rotulada de várias coisas em diversos aspectos, as pessoas falam o quanto eu tô magra, o quanto sou branca, o quanto fico vermelha, o quanto eu tenho falta de peitos e tudo mais... eu aceito certas zoações pelo simples fato de saber lidar bem com isso hoje e de impor quem pode ou não falar algo dessa maneira pra mim. Sacaneio meus amigos sim e dou certa liberdade para eles fazerem o mesmo, contanto que ninguém se magoe nessa história.

Nem tudo é frescura, nem tudo é bobeira. E se for pra você, pro outro pode não ser, então não adianta julgar. Seja justo! A gente tem a péssima mania de julgar e de se preocupar da forma errada com os outros. Vivam suas vidas, cuidem dos seus problemas e procurem ser felizes e PONTO.”

E é isso, gente, não tem mais o que ser dito nem justificado... vamos aprender a cuidar das nossas vidas e ajudar os outros, se não for pra ajudar, não vamos atrapalhar então.
  Pode parar pra reparar, o abalado nao se abala. A nao ser que seja diante de uma coisa boa que signifique algo a mais em relaçao ao motivo que o abala. Mas quando coisas ruins - mesmo que relativamente bobas - acontecem ao seu redor, o abalado simplesmente nao se abala.
 
  Ele já tá tao abalado que pode chover e ele estar sem guarda-chuva; pode ter uma pia de louça pra lavar; pode ter um rato na porta da sua casa quando voce chega; voce pode ter que fazer hora extra...
 
  A tristeza é tanta que rola um choque e aí, nem adianta que o abalado nao se abala.
Já começo admitindo algumas coisas sobre a minha infância. Queria ter aproveitado muito mais! Minha adolescência, apesar de não ter sido das melhores, ainda foi melhor que minha infância.

Inspirada pelo dia das crianças, eu resolvi falar um pouquinho sobre a minha. Pouquinho mesmo, porque apesar de não ter sido ruim, poderia ter sido melhor e eu não sou o tipo de pessoa cheia de histórias pra contar. Até gostaria, e aí é que tá!

Nunca fui aventureira e fui criada em apartamento. Minha família é pequena e eu fui um acidente de percurso! Ou seja, não tinha muitos primos da minha idade, os que tinham estavam longe e meus pais já eram mais velhos e a condição financeira era mediana. Não viajava com a família, não tinha árvore pra subir ou bichos pra conhecer. Apesar de tudo, foi uma infância saudável!

Meus pais sempre me deram do bom e do melhor, sempre se esforçaram pra eu ter tudo o que precisava. Minha criação não foi das mais rígidas, mas fui muito bem educada. Levava não, brincava com o que tinha, sabia dividir e assim vivia.

Algumas coisas que lembro da minha infância: brincar de elástico; polícia e ladrão, pique-altinho e afins; andar de bicicleta sozinha no play do prédio; jogar bola com o vizinho; jogar video-game do irmão, sozinha; jogar video-game com o vizinho; brincar de Barbie; desejar mais Barbie e Polly(mas não tinha condição); assistir Cartoon; assistir Pokémon; colônia de férias e ser introvertida tendo poucos amigos e me sentindo sozinha, desde sempre.

Não tô apelando nem querendo ser melancólica, mas é isso o que tenho guardado da minha infância. Definitivamente eu gostaria de ter tido muito mais! Não necessariamente de forma material, ter tido coisas, não... Queria ter tido mais experiências. Me sujado mais, me machucado mais, me divertido mais, etc. Mas não me arrependo de nada do que tive, pelo contrário, agradeço.  Minha adolescência eu aproveitei bem. Não fui em tantas festinhas quanto minhas amigas, mas fico satisfeita com as que fui. Fiz uma viagem de formatura na oitava série que foi uma das melhores experiências da minha vida! E hoje, estou com a mesma sensação da infância... Quero aproveitar e viver muito mais! Queria poder viajar mais, sair mais com meus amigos(só eles me fazem completamente feliz, só eles me proporcionam isso), queria me aventurar mais, arriscar mais... A fase adulta tá chegando! Pra quem não sabe, a adolescência vai até os 25 e eu com 22, ainda tenho um tempinho pra fazer o que quero. Já tenho muitas responsabilidades e isso só tende a "piorar", portanto, espero viver muito até lá, e não apenas sobreviver.
Um assunto bem delicado a se falar, mas vou arriscar a dar minha singela, honesta e confusa opinião. Estava lendo um texto - muito bem escrito, por sinal - que fala sobre o caso Amarildo. Leiam, porque por mais que não concordem, é interessante o ponto de vista. Aqui vai o link: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/matamos-amarildo-1601.html

Não tenho muito a dizer, mas talvez alguns concordem comigo. Ou melhor, se sintam da mesma forma, um pouco divididos. Não tenho uma opinião completamente radical, nem para um lado nem para o outro. Não digo que sou completamente a favor dos Direitos Humanos, mas também não sou totalmente contra. Na minha opinião, é relativo e cada caso é um caso. Mas a respeito do abuso de poder da polícia eu concordo sim!

Pra que entendam um pouco do que penso, vou dar exemplos. Sou contra Direitos Humanos quando uma pessoa matou alguém. Em que caso? Assaltantes matam a minha mãe por ela não ter nada de valor para dar a eles. Eu penso que ninguém tem direito de tirar a vida de ninguém, mas nesse caso, o culpado deve ser levado à pena de morte, ele deve morrer ou sofrer extremamente até querer desistir da vida. Um estuprador, um pedófilo deve ser torturado! E digo métodos de tortura da Idade Média, caso não conheçam, procurem. Ou não.

Que me achem radical, mas eu não consigo aceitar que quem corrompe o direito do outro, tenha que ter direito a nada! Não tem como passar despercebido quando um policial atira num criminoso, por exemplo, e o mata e surgem todos os defensores de Direitos Humanos rogando pela "justiça". Por outro lado, quando um policial é ferido/morto todo mundo finge que não vê ou não se importa. Por mais que sejam muitos os policiais corruptos e "não-humanos", muitos estão tentando fazer um trabalho honesto, tem família e são humanos também. De novo, não tem como negar a truculência policial, mas de qualquer forma ainda acho que sempre existem dois lados da moeda, o que me deixa divida para gerar uma opinião sólida suficiente. Me desculpem.

Bem, no caso do Amarildo, pelo que parece, não se tinham provas ou motivos para matá-lo, mas se o indivíduo omitiu informações criminosas, se ele estava protegendo pessoas do mal, pessoas do crime que matam milhares de dependentes químicos, ele tinha que no mínimo apanhar até falar, passar uns dias na cadeia, enfim. E se ele foi mesmo confundido com um traficante, a polícia continua errada, ok. Vejam! eu enxergo um caso complicado, uma situação constrangedora, amedrontadora. Amarildo podia não ter culpa no cartório e estar com medo(se o caso foi mesmo dele ter protegido traficantes) e foi completamente desnecessária a atitude da polícia! Atenção! Não estou defendendo a polícia, muito menos o abuso de poder, nem sou terrorista ou seja lá o que vocês a favor dos Direitos Humanos pensam. Espero por favor, que independente da opinião de vocês, me entendam e troquem ideias, caso queiram. Já disse que não tenho vergonha de mudar de opinião.
Não sei vocês, mas eu tô cansada das minhas lamentações e da pena que sinto de mim mesma. Pena é algo muito ruim de se sentir, ainda mais sobre si mesmo. Tenho admito coisas muito pessoais aqui, e talvez eu possa sentir vergonha por isso um dia, mas no momento não.

Analisando a quantidade de coisas sob as quais eu lamento e reclamo na minha cabeça em relação as que eu compartilho aqui e com pessoas próximas, concluo que eu reclamo muito pouco com os outros. Por alguns motivos... São eles: o fato deu não gostar de pessoas que vivem reclamando; o fato de pessoas reclamonas serem chatas, ainda mais as que não buscam consertar ou mudar as coisas; aprender e praticar o auto-controle; pensar de maneira positiva, assim como incentivo às pessoas ao meu redor. Enfim, é simples e complexo ao mesmo tempo, se é que isso é possível.

Como eu já disse - e espero não estar sendo muito repetitiva em meus desabafos -, eu convivo com um sério problema! Possuo tempo excessivo para pensar. E pensar demais faz mal! Aliás, já disso pra uma pessoa e percebi que eu mesma penso demais. Tudo em excesso faz mal, pelo menos eu penso assim.

E, pensando nesta manhã, eu finalmente me dei conta de algo possivelmente vergonhoso, mas comum. Não quero admitir de todo, até mesmo porque não é de todo verdade, mas eu não me amo. Há muito venho tentando não pensar nisso para não me decepcionar comigo mesma, para não ter vergonha ou pena de mim, para me obrigar a ser feliz com o que tenho e sou... Acontece que o que é, é e eu ainda não consegui mudar.

Confesso que - já disse sobre minha batalha diária - é difícil me obrigar a gostar de mim, do que sou, do que tenho, do que tive. Tento ser uma pessoa feliz e dizer sempre que está tudo bem, quando alguém me pergunta, mas a verdade é que nunca está bem. Ou melhor, a verdade é que eu nunca sei se está bem ou não. Sinto vazios, sensações de coisas indefinidas, algo bizarramente estranho e inexplicável. Tenho motivos pra isso, só não consegui maneira melhor de lidar com nada disso.

Não sou suficiente para mim. As coisas, sentimentos, qualidades que possuo não são suficientes. Eu quero sempre mais! E tem um lado bom, porque eu preciso de mais para ser melhor e para me sentir o mínimo realizada e não me sinto nem um pouco até hoje, honestamente. E aí, eu não tenho mais muito a dizer... Isso parece meio depressivo, melancólico, obscuro, que seja! Eu precisava desse suspiro de alívio por ter "dito" isso.

P.S.: Um pedido de desculpas se não gostam ou não querem ler algo assim.
Resiliência de acordo com o Wikipédia "é um conceito psicológico emprestado da física, definido como a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas - choque, estresse, etc. sem entrar em surto psicológico."

Como uma amiga minha disse, e eu nunca havia parado pra pensar, a inspiração é algo que vem de fora para dentro, é externo. E realmente é! Minhas inspirações vêm por culpa de algo de fora que mexeu com algo dentro de mim. Mas não é exatamente disso que vim escrever hoje...

Li duas frases hoje, que me fizeram ter certeza de duas coisas que penso e digo:
1. "Lamentar aquilo que não temos é desperdiçar aquilo que temos."
2. "Cada um tem os problemas que pediu pra ter."

Muitos podem não concordar e eu tento respeitar, mas - na minha humilde e sincera opinião - eu tomo isso como verdade. A primeira frase mexe demais comigo por ser um dilema, um problema que luto todos os dias da minha vida desde que me entendo por gente! Tenho uma enorme dificuldade de lidar com situações que são muito diferentes do que eu gostaria que fosse ou esperava, e com o fato de esperar para ter o que quero. Batalho todos os dias contra mim mesma, contra pensamentos e sentimentos que estão presos lá no fundo, mas que lembro todos os dias que existem, por motivos bobos ou maiores.

Sou aquele tipo de pessoa que tem saudades de coisas que não viveu, que busca ansiosamente por coisas que quis/quer viver. Talvez por isso o meu sofrimento diário... Não culpo ou julgo ninguém ou pelo menos não externo isso e quando o faço, me sinto mal e tento mostrar que a culpa não é daquela pessoa, o problema sendo em relação a ela ou não. Acontece que é um jogo difícil entre eu e mim mesma... Tento fazer com que todos que eu amo e me importo pensem positivo e ajam de forma positiva, mas essa é uma situação que eu encaro todos os dias! Detalhes me lembram tudo o que me chateia e o que me deixa insatisfeita na vida, no dia-a-dia e a solidão me atormenta, estou quase sempre à sós com meus pensamentos e sentimentos, o que me torna uma pessoa um tanto quanto infeliz. Quem me conhece, sabe o meu lado extrovertido, divertido, brincalhona(implicante e ácida), feliz... E é assim que eu gostaria de ser sempre, mas isso é só de vez em quando.

Em relação à segunda frase eu penso que quem quer consegue! Você ficar sentado reclamando da vida não adianta nada. Se você tem problemas procure resolvê-los ou se livrar deles. Em muitas situações é bastante complicado, mas então se esforce para fazer aquilo dar certo, para aquilo ser satisfatório - já que é difícil se livrar. Falo por mim mesma... Por ter escolhido problemas para mim e por ter problemas que não posso me livrar, mas tenho a opção de viver "bem" com eles, de lidar de uma forma que não me mate por dentro.

Bem, um desabafo com reflexão e conselho embutido.
Que me achem radical, fria, o que seja, mas eu sou à favor da pena de morte para casos extremos, e certas vezes - em momentos de revolta - chego a concordar na ideia de certa figura em exterminar pessoas. Nesse caso, seria não por preconceito - obviamente -, mas por um mundo melhor! Acabando com pessoas ruins e desumanas que fazem o mundo ser o que é e está se tornando, e deixando só a "raça" de pessoas boas.

Contrariando um pouco com isso, digo que sou a favor da razão, da realidade. Apesar de ainda procurar um equilíbrio entre razão x emoção, pois, querendo ou não, eu sou mais emoção na maioria das vezes. É relativo, depende bastante, na verdade.

De qualquer forma, estou aqui por uma revolta, por uma decepção e eu estou sem palavras, sendo bem honesta. Resolvi fazer o post pra não deixar de mostrar o que penso em relação aos absurdos da humanidade, do mundo, do Homem.

A questão do momento no Brasil, é a falta de limites, o abuso do Poder. Professores estão reivindicando e protestando e o Poder está sendo extremamente desumano. Acontece que o professor que está lá, é também o que educa os filhos da Polícia, os filhos do Governo, os filhos do Povo! A frieza, o esmo com que a Polícia está agindo é desprezível, asqueroso! A capacidade do ser humano, do Homem ser calculista, frio, sem compaixão, respeito e mais um monte de coisas que eu gostaria de falar, mas não está saindo...


Como disse um amigo meu, isso está feito xadrez... Agora só matando o Rei. Não tem adiantado o povo acordar, mudar de ideia, se informar - mesmo que ainda falte muito pra grande maioria se conscientizar de tudo.

"'Declaro promulgado o documento da liberdade, da democracia e da justiça social do Brasil', disse o então presidente da Assembleia Nacional Constituinte, ao promulgar a nova Constituição Federal, em vigor até hoje; Brasil rompia de vez com a Constituição de 1967, elaborada pelo regime militar que governou o país de 1964 até 1985". Acho que isso já diz bastante. De acordo com o que estamos vivendo hoje, temos a certeza de que isso não é liberdade algum, muito menos democracia! É ditadura!

O próprio povo está descontrolado, também tem esse lado da moeda. Dentro da maioria que quer os direitos, que está lutando e buscando o que merece e é de direito, existem os energúmenos que fazem jus à guerra, à destruição e que deveriam ou se controlar ou ficar do lado obscuro, sendo exterminados.

Digo aqui, que não gosto ou tenho paciência para sensacionalismo, mas a verdade deve ser dita e mostrada! Inclusive, está tudo bem claro, não é necessário ser um Einstein para enxergar a realidade. A covardia é nítida! Não é preciso montagens, falsos depoimentos... O que não falta é informação e imagens - inacreditáveis e chocantes - do abuso do poder, das atitudes animalescas, da violência gratuita.

Até onde o Homem pode ser mau? Até quando?!! Será que com a qualidade e quantidade de acesso à informação, as coisas vão mudar? Será que o povo vai continuar lutando e vai lutar mais? Será que os votos vão mudar? (É provável que não, afinal, os votos burlados.) Será que a prioridade vai continuar e vai crescer pelos direitos? Ou será que o Poder vai continuar por cima?! Eu acho que ainda teria muito o que falar sobre isso, mas admito que a emoção acaba tomando conta, revoltando, vindo à frente e bloqueando. Bem... Outro desabafo e mais uma reflexão, consequentemente.




Existem dias ou períodos, curtos ou longos, em que eu tenho certas crises existenciais ou seja lá qual outro nome isso tem. Não sei bem o por quê disso acontecer e acontecer tão frequentemente comigo... É mais ou menos o que já falei sobre minha constante insatisfação com as coisas.

E também não sei por quê tomo certas atitudes por causa dessas crises. Às vezes elas fazem eu ficar quieta e isolada, às vezes me fazem fazer coisas boas, outras vezes me fazem surtar e chorar desesperadamente, outras me deixam perdida, outras fazem eu ter atitudes meio estranhas. Hoje eu quis dar um passo à frente, e não sei de que forma e até onde isso é um passo à frente, mas eu excluí meu perfil do Facebook e fiz um novo. Por vezes eu gostaria de sumir desse mundo de interação social por internet... Por vezes eu não queria mais postar fotos, postar opiniões, etc.

Acho e espero que não seja só eu - apenas pra ficar aliviada e não me sentir um e.t. - que me sinta bem estranha e perdida de vez em sempre. Acabo tendo muito tempo pra pensar em muita coisa e ao invés de me ajudar, isso me afunda um pouco, me destorce.

Enfim... Não sei mais muito o que falar. Eu até gostaria de desenvolver mais o texto, mas eu realmente estou perdida e nem sei o que dizer. Foi outro desabafo.
Vou falar um pouco sobre um assunto delicado. É arriscado, mas talvez eu esclareça pra quem acha que sou radical ou que penso de tal maneira como pode parecer em alguns comentários ou indignações.

Bem, eu sou do tipo que não me rotulo muito quanto a religião, política, música. Não acredito fielmente em tudo sobre apenas uma religião, portanto não acho justo me vincular a nenhuma delas, acredito em um pouco de cada pensamento e doutrina. Assim como não sou fiel a nenhum partido político nem a lado esquerdo ou direito. Gosto de inúmeros estilos musicais, até mesmo por causa da minha criação, portanto não sou roqueira, por exemplo.

Aonde quero chegar com isto? Bom, vejo muito essa discussão sobre capitalismo e socialismo e entro em debates sobre esse assunto para dar um pouco da opinião que formei de acordo com o que julgo correto e justo.

Tenho noção do quanto o capitalismo faz mal, da destruição que ele causa, das guerras que criam-se, mas ao mesmo tempo, não gosto da utopia do socialismo. Acho, honestamente, um pensamento bonito e digno, mas sou um pouco realista demais pra aderir à ideia. Alguns podem me chamar de pessimista ou qualquer outra coisa, mas eu não tenho vergonha de mostrar o que penso, nem de mudar de opinião ou de não ter uma opinião completamente formada sobre algo.

Vou tentar não abordar muito a política (é que li uma entrevista e tive necessidade de falar alguma coisa e provavelmente sairá um pouco confuso), apenas porque - no fim das contas - o que eu quero mostrar é que não podemos ser ingênuos, não podemos ser bobos, mas também não podemos deixar de lutar pelo que achamos certo. Eu realmente não sei qual a solução para um mundo de paz, porque o problema é o povo, independente de política, independente de lado esquerdo ou direito... O poder muda a cabeça das pessoas. O Homem é malicioso! E não venham dizer que vocês são 100% bonzinhos, porque ninguém é. A natureza dos seres é a disputa e isso não podemos mudar.

De qualquer forma, quero dizer aqui que não estou julgando nenhum pensamento nem ninguém. Apesar deu dizer que não gosto de pensamentos Marxistas, por exemplo, e toda essa coisa, é apenas porque eu acho lunático demais, um idealismo, mas não acho que ninguém deva parar de sonhar, apenas lutem por isso, então! Assim como eu fui pras ruas por causa dos "20 centavos". 


O que devemos é pensar no todo! e pensar em longo prazo, pensar na frente. Não gosto nada desses Bolsa-isso, Bolsa-aquilo porque, pra mim, a solução não é essa, vem de algo bem mais profundo e tapar o sol com a peneira não resolve nada! Mas deixamos o poder nos controlar. Eu ainda acho que o povo controla o governo e tem um poder nas mãos que não faz ideia. E digo isso também para nossas vidas em particular... Se você tem problemas em casa, problemas com você mesmo, problemas com outros, problemas com qualquer coisa, conserte isso afundo e só assim as coisas começam a mudar pra melhor.
Às vezes me acho tão boba! Vejo muita gente dizer o quanto fica feliz em ganhar qualquer coisinha de alguém especial, ou receber um gentileza de um conhecido ou desconhecido, mas sempre tive dúvida de as pessoas estavam fazendo pose ou sendo sinceras. E pode ser que desconfiem da minha palavra agora, da mesma forma que eu cheguei a desconfiar da palavra dos outros quanto a isso.

Cedinho eu estava pensando em um assunto que envolve um pouco do que estou dizendo agora... Estava pensando em certos bloqueios meus, algumas coisas estranhas que acontecem comigo. Tentarei dizer isso num próximo post! Bem, de qualquer forma, o assunto desse post está relacionado com o assunto do próximo, porque estava pensando sobre gentileza.

O que quero dizer hoje, no fim das contas, é que eu realmente fico muito feliz com coisas "bobas". Certo dia que estava bastante triste, por exemplo, estava quieta lendo meu livro antes da aula e quando um amigo chegou, percebeu que eu não estava bem. Foi só ele perguntar o que houve que eu desabei em lágrimas! Ele disse que eu não precisava falar, mas que eu ficasse bem. Minutos depois, rasgou um pedaço da folha de seu caderno e esboçou uma carinha feliz e um "boa noite!". Se as pessoas soubessem o quanto esse tipo de coisa me faz bem e a capacidade que tem de mudar meu dia pra melhor...

Ontem ganhei livros de um querido amigo e com eles veio um cartãozinho muito simples, mas muito gentil! Hoje ganhei balinhas de caramelo de um dos meus chefes. Semana retrasada ganhei um brigadeiro de um professor! Certa vez ganhei uma rosa, uma simples rosa, inesperadamente - o que fez o meu domingo muito melhor!

E com isso fico confusa, confesso. Fico tão bem com coisas tão simples e faço questão de dizer isso, mas ao mesmo tempo me acho tão insatisfeita com as coisas... Talvez eu fale disso também, em algum momento.
Posso ser muito nova pra falar a respeito de algo que ainda faço parte, mas sem querer me gabar, sempre fui elogiada por ter uma cabeça boa, mais madura que o normal. Não digo que sempre entendo tudo, que sempre aceito de forma compreensiva todas as coisas, não de primeira, nem sempre.

Como eu digo, observo muito as coisas e pessoas. Talvez não tanto quanto algumas pessoas mais velhas ou mais sábias, mas consigo observar o suficiente para tirar algo daquilo, tanto de fora quanto dentro das situações.

Não sei se, necessariamente, pela maturidade ou pelo meu jeito eu sempre tive dificuldade de aceitar certas coisas e de lidar bem com elas. Sinceramente, acho que pelo meu jeito, porque no fim das contas, ou 5 minutos depois, eu entendo o porquê daquilo ter sido assim ou de não ter sido. O porquê daquilo foi dito ou não.

Acho gozado, hoje em dia, as gírias dos jovens e também confesso que me irrita um pouco. Não por usarem gírias, afinal, todos nós temos manias de falar alguma coisa ou gesticular de certa maneira, mas quando olhamos pra fora e achamos aquilo feio, olhamos pra si e refletimos. Eu já havia falado sobre o palavrão, por exemplo, salvo o engano.

Enfim... Lembrando também de uns 10 anos atrás, por exemplo, percebo o quanto eu evoluí. Obviamente, que é muito mais difícil quando somos jovens, aceitar coisas que não queremos, justamente por não ter a sabedoria, não entender o por quê. Na minha casa, o jogo sempre foi aberto, sobre tudo... E meus pais não falavam só sim pra mim, pelo contrário, mas de qualquer forma eu ficava extremamente chateada por levar um não ou por algo não ser como eu gostaria. Admito que até hoje, é difícil eu saber levar um não ou aceitar bem quando as coisas fogem do meu controle, ou saem da linha que eu tracei na minha cabeça. De qualquer forma, o que notei ao longo desse tempo e de experiências é que esse é o meu jeito!

Continuo buscando sabedoria, continuo buscando autocontrole, autodomínio, continuo buscando refletir, tentar parar 5 minutos antes de estourar e continua sendo difícil me lapidar, pois a minha essência é esta. Só que eu busco além! Procuro evoluir e ser uma pessoa melhor, pra mim, inclusive, pois a partir do momento que eu for melhor para mim, serei para outros.
Pode parecer uma inspiração nas obras de Schopenhauer, pelo título, pra quem conhece, mas ele estava certo em dizer que algumas coisas como a razão, são uma arte. Ou vai dizer que é fácil agir com a razão? O autodomínio, autocontrole são muito difíceis e saber dominar é complicado, o que quer que seja.

Bem, tenho pensado muito no silêncio e aprendido com erros meus, com experiências dos outros e agora minhas, o quão poderoso é o silêncio. Minha maior prova foi há pouco mais de 1 mês ou 2 meses. Sempre pensei que o silêncio fazia mal, corroía por dentro. Fico incomodada por não falar e não esclarecer as coisas, mesmo que a pessoa diga que entendeu, mas continue tudo errado eu vou lá e falo tudo de novo! Companhias sábias nos trazem um bom conhecimento, não só nossas próprias experiências... Acontece que elas só nos dão prova de que aquilo é real e funciona.

O silêncio machuca, desconforta e é cruel. Mas ensina! Quem silencia tem chance de pensar melhor e quem é silenciado pensa ainda mais. Sendo assim, muitas coisas podem ser concertadas, e o que seria falado de imediato foi melhor elaborado e resultará em algo que se esperava, muito provavelmente. Ninguém gosta de "torta de climão", como diria um amigo meu. Quando brigamos com a nossa mãe, por exemplo, é muito ruim ter que conviver com aquele silêncio... Uma hora as cabeças esfriam depois de terem refletido e o resultado será bom. O errante vai perceber seu erro, vai sentir falta das coisas boas e vai se mover.

Enfim, é um treino bastante difícil e dolorido, inclusive pro silenciador, pois se ele está acostumado a falar as coisas, guardar e esperar, é algo incrivelmente alucinante! Novas experiências, novas perspectivas mudam a gente e lapidam. Como um professor disse ontem: "Nunca vi ninguém aprender com acertos.". Agora, não sejam ignorantes e levem isto ao pé da letra para sair errando à vontade! Reflitam sobre o erro, tente entender por quê você erra e por quê daquela forma, tente fazer diferente e observe o resultado final.
Pra quem não sabe, esse é o nome de um livro, por sinal, muito cobiçado por mim. O autor deste título é o pensador Guy Debord. Infelizmente ainda não consegui ler este livro, mas, de qualquer forma, meu post hoje será sobre esse tema.

Há alguns anos que venho observando a sociedade, inclusive os jovens, e reparando certas características que parecem se tornar cada vez mais presente ao passar dos anos. Acredito que o motivo seja o fato das redes sociais mudarem e moverem o mundo e darem muitas oportunidades de aparecermos. Sendo assim, a sociedade quer cada vez mais que olhem para ela. Queremos virar atração, somos marionetes, a exposição nos traz algo reconfortante. Afinal, quem não quer ser notado? Receber um elogio, comentarem algo que você fez, puxarem assunto sobre algo que você opinou ou sugeriu...

A cada dia que passa, percebo que a luta pelo palco é assídua. Acho saudável mostrar o que se sabe, mostrar o que se faz, o que gosta, até certo ponto. A massagem no ego, todos desejamos, mas até que ponto isso se torna ridículo? As pessoas se vendem, se exibem, se expõem. Não fazem mais as coisas naturalmente, fazem pensando no que será dito em troca, em quantas curtidas vai ganhar, implora por troca de curtidas e elogios(falsos) apenas para atingir números, para disputar. Não se posta mais as coisas por mostrar o que se pensa e estar disposto a trocar informações, hoje se posta algo para causar inveja, para chegar no topo de qualquer forma. Seja no trabalho, seja com amigos, seja em redes sociais.

Falo de redes sociais, mas isso acontece desde que o ser humano existe. A natureza é esta! Se o leão não ficar esperto e caçar primeiro, o crocodilo vai lá e toma sua comida, não é mesmo? Então, podemos concluir que sempre vão existir pessoas ou momentos em que pensamos em nós mesmos primeiro, não há dúvidas. Sempre haverá uma pessoa querendo passar à sua frente, te colocar para baixo para ela mesma se sentir melhor. Há uma diferença entre você ser legal e você querer parecer legal, querer mostrar o quanto tem, o que tem, como você faz coisas legais.

A solução é deixar a pessoa ter o momento dela, e você apenas silenciar e observar. Ela poderá se tocar do quanto está sendo cômica, e notará algo estranho, por ninguém lhe dar atenção e a atenção se volta para você, que não deu a mínima, apenas observou. Você pode evitar ou abstrair este tipo de situação. Eu sou do tipo de pessoa que não tem paciência para essas patifarias, para estardalhaços, para teatro qualquer, mas quanto mais observo, mais consigo tirar conclusões e tiro disso algo bom para mim.

Todos gostamos de passar uma imagem. O homem já não distingue mais a imagem do real e isso dificulta o convívio, as relações verdadeiras... Fica difícil construir algo maduro e concreto com a sociedade como está hoje. Todos nós tivemos ou teremos momentos ou períodos na vida em que queremos nos exibir e isso é natural, como já havia dito, mas precisamos evoluir e aprender a equilibrar tudo. Portanto, não tenha vergonha ou receio de olhar para você mesmo e a partir daí prestar atenção se você faz o que critica,  e concertar para ser uma pessoa melhor e discernir o que é direito, o que te agrada, o que faz parte dos seus princípios e não apenas criticar quem faz, mas ajudar, mesmo que silenciando, o resto da sociedade. Comece por você!


Há momentos na vida em que todos nós nos perguntamos mais do que temos certeza. Em qualquer horizonte, em qualquer assunto. O que fazia sentido não faz mais, o que não fazia agora faz. As perguntas movem o mundo e mudam a gente. E o desânimo é tanto que o post de hoje não terá título!

Bem, eu não tenho vergonha de dizer que tenho crises existenciais, que me frustro fácil comigo mesma. Me frustro com o mundo, com os outros, com as coisas. Ultimamente tenho me sentido consumida pela rotina, me sinto como fantoche, como robô... Acho muito enfadonha a rotina. Apesar disso, consigo me amargar por saber que muitos tem uma rotina e conseguem viver bem assim e fazer muito do que gostariam.

Talvez, eu me sinta assim por ser ansiosa. Tenho tempo de ler mais, de estudar mais, de sair mais, mas quero tudo ao mesmo tempo e no fim das contas não faço metade ou nada do que pretendia.

Dentro disso, gostaria de dizer aqui também, algumas outras frustrações(um pouco distantes do que falei acima mas...) e admitir algo que, provavelmente, poucos admitem. Poderia ser minha obrigação, pode ser que achem vergonhoso, mas eu desisto fácil, em certos âmbitos da vida. Uma das coisas das quais estou desgastada é quanto ao nosso país! Confesso que me isolei um pouco do mundo e, por mais que não seja correto, creio que em certos momentos, é o melhor que posso fazer por mim. É exaustivo ler tanta patifaria, estar por dentro de absurdos!

Não sou patriota e acho isso triste, mas não vou me obrigar a amar um país pelo qual eu não sinto orgulho, um país pelo qual tenho tido nojo. Não é incompreensão, porque, afinal, não é justo compreender e aceitar este circo. Os problemas são similares, cada vez aumentando a quantidade e a "qualidade" dos mesmos. É cansativo demais abrir o jornal e ter informações que nos fazem desanimar de seguir com o dia! Não é mais duvidoso, não é mais espantoso e é por isso que esmoreço e largo um pouco de mão.

Nem entro mais em discussões do que deveria ou não ser feito, de como o povo é ou deixa de ser, de obrigações e deveres, não comparo mais... Simplesmente fadiguei! Pode ser que num próximo momento eu tenha ânimo para levantar e lutar de novo, mas por enquanto sinto que não devo. Acho bonito e me sinto bem quando saio à rua e luto! Quando discuto e vejo novos pontos de vista e dou também os meus, mas acontece que não há mais tempo para formar uma opinião pelo tanto de erro cometido, pela avalanche de notícias imorais, sem ética, abusivas, ousadas, cômicas.

Isso foi mais um desabafo do que um texto reflexivo, mas no fim das contas serve.
Todo o conhecimento vem, de certa forma, de um questionamento, certo? A curiosidade gera conhecimento. Portanto, nada melhor do que pesquisar ou até mesmo discutir isto diante de um outro ponto de vista ou até de um mesmo ponto, acrescentando opiniões e conceitos, para que no fim cheguemos a um acordo ou mesmo num discordância, ganhando sabedoria sobre aquele assunto, temática, enfim... Eis que a conversa de hoje foi sobre um assunto comum à todos. O medo! Não lembro se já comentei sobre esse assunto, mas a partir dele surgiu uma temática interessante...



- Por que, às vezes, é difícil se expressar?
- Talvez, por culpa do medo?
- Não exatamente apenas um medo. Por diversas vezes quero dizer algo à alguém, mas tenho a certeza de que, naquele momento, estragaria tudo. Justamente por não haver nada.
- Portanto, aí está presente o medo. Receio de estragar as coisas.
- Mas seria o medo, por si só, ou ao seu lado viria a covardia? Porque medo todos temos. E agora lhe pergunto: Até que ponto pode-se dizer que a falta de atitude é covardia e até que ponto diria que é precaução?
- Bem, partindo do princípio que o medo gera covardia, será que ele poderia gerar coragem também?
- É um bom questionamento. Penso que tudo isto vem de um questionamento pessoal maior. Por exemplo, todo ser humano tem medo, mas o que diferencia uns dos outros é a forma como cada um lida com esse medo. Um homem não pode ser covarde!
- Concordo em parte. Partindo do pressuposto de que na vida aprendemos com erros e experiências que nos cause insegurança e afins, a covardia não pode ter um lado bom? A hora que você cansar de ser covarde, vai arriscar e se tornar uma pessoa melhor por gerar sabedoria para si mesmo.
- Olha... E pensando bem, acho que existe uma diferença entre covardia e precaução. Para mim, covardia é a incapacidade de agir e contrariando um pouco, a precaução é justamente o fato de você saber a hora de agir. Porque, veja bem, a covardia não deixa de ser um pensamento adiantado de que dirá se aquilo pode dar errado, assim como a precaução. Porém, acho que a covardia é um ato(por assim dizer) de alguém que não raciocina bem quanto àquela situação, já a precaução acho que é uma "não-ação" tomada pela análise da circunstância. Sendo assim, posso concluir que a covardia é emocional e a precaução é racional.
- Justamente. Ademais, diria que na precaução há planejamento e uma análise de risco, realmente, tudo é pensado racionalmente. Agora, vejamos... E a covardia sem medo? A pessoa que chamamos de covarde por agir de forma impensada e não deixar de agir, ter uma atitude vergonhosa diante de algo.
- Acredito que isso possa estar associado à questão da Idade Média, onde homens que eram covardes eram homens sem honra. Ou seja, o que quero dizer é que fugir da honra era algo incompreensível para os homens daquela época, ser um covarde era fugir de suas obrigações.
- Agora entendo. Significa que uma atitude desonrosa faz com que aquela pessoa seja covarde por não tomar uma atitude correta.
- Pois sim. Em minha opinião, o bom da vida é, justamente, o fato de podermos arriscar, abandonar a precaução e jogar os dados.
- Mas arriscar com sabedoria é a fórmula! Fora isso, é sim excitante, mas admito que sou um pouco covarde.
- Desta forma podemos perceber que todo homem precavido é um pouco covarde, e os covardes não deixam de ser um pouco precavidos paranoicos, assim diria.



E você, diria o quê sobre o medo? Qual o seu conceito sobre covardia e precaução? Você tem um pouco dos dois, tem muito de um só? O que acha sobre isso? Reflita!
Falar sobre a mente é um tanto quanto ousado para um mero ser-humano que não estudou Neuro-Ciência, por exemplo. Ou será que não? Talvez um psicólogo, um psiquiatra, um insano, ou mesmo um lúcido. E talvez, cada um tenha um pouco de lucidez e um pouco de loucura.

A mente mente, prega peças, surpreende! Acho que não há quem entenda completamente a mente. Uns tem mais conhecimento que outros, fundamentados em longos estudos físicos, psicológicos, etc, mas há quem entenda mais que outros mortais apenas por ser mais observador, por ter a habilidade e capacidade de perceber como funciona a cabeça de alguém.

Me considero uma pessoa com facilidade para entender a mente das pessoas. Na verdade, talvez não exatamente a mente, mas acredito que consigo compreender o por quê de certas atitudes de uma pessoa tanto próxima quanto de alguém que vi poucas vezes. Por que será? Não sei. Eu já quis fazer psicologia por isso e por achar fantástico o estudo.

A complexidade é tamanha, que nem nós mesmo nos conhecemos totalmente, tanto é que várias vezes nos surpreendemos com alguma atitude, algum pensamento, alguma ideia. Se ainda não se surpreendeu com você mesmo, espere que esse dia chegará!

Consciente ou inconsciente nossa mente nos surpreende, nos testa, cria, domina... É difícil explicar o que diretamente, formalmente, é a mente. Não é um órgão, mas está presente dentro de nós, é um continuum sem forma, tamanho, textura, é um conceito. Durante a caminhada da vida, experimentamos sensações mentais, experiências, estados diversos.

Falar sobre a mente me remete a lembrar do livro que recomendei à todos, inclusive recomendei aqui no blog (
http://hyril.blogspot.com.br/2012/09/a-arte-de-dominar-o-subconsciente.html ), portanto, acho interessante e válido recomendar mais uma vez. E digo aqui, que pretendo ler mais livros sobre isso, acho fantástico estudar sobre algo assim!

Existem exercícios que trabalham a mente para o bem, para alcançar certos estados de espírito, para acalmar, como por exemplo repetir frases, respirar devagar e profundamente, ouvir certas músicas, certos sons. A cultura do Budismo é uma que pode ajudar a trazer paz interior, é simpático! Pensadores também falaram sobre a mente. Bem, a partir disso tudo, poderíamos destrinchar o assunto, mas vou parando por aqui, pois como sempre, meus posts são assim... Dou um assunto e cada um pensa nos temas que consideram parte deste assunto e daí refletimos.


O aniversário é uma data comemorada de ano em ano para celebrar o nosso nascimento. A partir daí você escolhe ou percebe se gosta ou não de comemorar seu aniversário, de receber carinho, pois para cada pessoa o aniversário tem um significado.

E, apesar deu não estar velha, ainda falta bastante, querendo ou não, a idade avança, portanto, fazendo aniversário na data de hoje, comemorando 22 anos, eu começo a me perguntar se eu gosto de fazer aniversário. Nunca parei pra pensar nisso, mas percebo um padrão peculiar do qual digo que nunca fui do tipo que quer altas festas e todo mundo me bajulando, cantando parabéns e tudo mais... Não sei se pela minha timidez, ou por outro motivo qualquer. Com isso, também percebo que esse ano, eu estou um pouco triste de memorar esse 1 ano a mais de vida, afinal, mais um ano se passo e mais perto do fim da vida estou.

Sei que, para alguns, isso pode parecer pessimista e nada simpático da minha parte, mas sei também que muitos irão concordar com a minha observação. Eu, honestamente, adoro receber um carinho especial e diferente, sempre. Seja com uma surpresa boba, como meu amigo chegando cedo pra me ver antes da aula, e qualquer coisa simples, mas que significa grande coisa! Então, eu adoro receber atenção no meu aniversário, mas nada de extravagante, mesmo.

Sendo assim, eu pergunto à vocês... Como se sentem em relação a isso? Reflitam, pois é interessante prestar atenção em coisas que nunca paramos para pensar.
Má sorte, azar (do árabe azzahar), mau agouro, urucubaca, acaso, desgraça, casualidade, desventura, incelificade, infortúnio, contratempo, revés, entre outros.

Gato preto, números, símbolos, cores, decoração, palavras, ações...

Sorte e má sorte são uma lenda, um mito, superstição ou uma verdade? Talvez não há como dar uma resposta absoluta à essa pergunto, vai depender do que cada um acredita. E bem, a princípio, pode parer que estou escrevendo este post mostrando o que é a sorte e o azar e, sendo assim, que concordo com a ideia de sorte ou má sorte, mas não. Na minha opinião o acaso não existe e tudo tem uma razão de acontecer, até mesmo o mais simples, o mais insignificante.

Um tropeço por acaso? Um amor ruim ocasionalmente? Há pessoas que chegam num meio termo quando a ideia de sorte e destino. Alguns acreditam que algumas coisas não são por acaso, nos trazem alguma sabedoria e aprendizado e outras são puro acaso. Alguns acreditam fielmente na sorte e torcem para que as coisas aconteçam, apenas, e se acontecer algo bom é sorte, algo ruim é azar; também há pessoas que não acreditam nem um pouco nisso. Eu sou uma das pessoas que não acredita.

Não me convence, não me atrai a ideia de pensar que as coisas simplesmente acontecem por acontecer, tudo tem um motivo! E além disso, acredito que tudo esteja escrito também, por mais que as coisas mudem de rumo, era pra mudar, não foi algo casual. Acredito que até um esbarrão que alguém possa te dar na rua, sirva de aprendizado, sim! Significa que você não estava prestando atenção, portanto algo aconteceu para que você abra seus olhos. Que pareça bobagem para alguns, mas há quem concorde.

Não vou prolongar muito para o post não ficar enorme e cansativo, e como de costume aqui no blog, deixo apenas a ideia principal para que todos reflitamos sobre e possamos criar uma opinião diante do assunto ou até mesmo mudar de opinião, crescer com isso e não se prender a uma ideia só... Pensar fora da caixa! No que você acredita?
No sentido: solução para algo; ato ou efeito de curar ou de se curar; recuperação da saúde; cura de almas; tratar; cuidar; sarar.

A cura existe? De onde ela vem? De fora para dentro, de dentro para fora? Otimismo? Até numa cura física isso vai depender. O subconsciente pode ajudar na cura? Como ele atua? Na minha opinião, o subconsciente é essencial e você saberá como ele atua lendo o livro que já recomendei, do Murphy "O poder do subconsciente".
Com um pequeno texto que li e concordei, aproveito para explicar um pouco sobre a cura.

http://www.cancaonova.com/portal/canais/eventos/novoeventos/cobertura.php?tit=Qual+o+real+significado+de+cura+e+liberta%E7%E3o%3F&cod=2706&sob=7509

Ou seja, querendo ou não, a cura vem mais de dentro para fora do que o contrário. Se a sua mente não estiver preparada para curar-se, ela (cura) não virá. Depende de sua força de vontade, de pensamentos positivos, de ações contrárias as que te levaram à alguma enfermidade, à algum problema psicológico. Faça isso e ficará curado. Liberte-se!!!